O dom, os dons e o fruto do Espírito Santo

Por Guilhermino Cunha

O início do século I da era cristã foi um desafio e um prejuízo para as religiões pagãs do Império Romano. Um movimento oposto às crendices e às formas de religiões arcaicas e infrutíferas começou a desenvolver-se no seio de uma pequena comunidade. A história nos empolga, pois é contada em termos dramáticos e desafiantes. Esse movimento, cujo surgimento e desenvolvimento está narrado no livro de Atos dos Apóstolos, foi fruto dom o ver do Espírito Santo através e nos discípulos de Jesus Cristo. E até a nossa época,este Espírito continua a mover-se no mundo.

Em nossos dias, há uma crescente preocupação com as manifestações do Espírito Santo.Há, até, um movimento carismático no mundo cristão. No ambiente evangélico, percebe-se, não raro, indagações sobre batismo com ou no Espírito Santo. Outros questionam: o que acontece com uma pessoa que recebe o Espírito Santo? Só é verdadeiro crente quem fala em outras línguas? Pode ou deve o crente pedir o Espírito Santo? São algumas das diversas formas que explicitam preocupação com os dons do Espírito Santo, sem levar em conta toda a história da redenção e a realidade de que o Espírito Santo é Deus, assim como o Pai e o Filho.

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